quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Tem Quintana na... Madrugada?

Para quem ainda não viu, é a última chance de ver a peça "Tem Quintana na Casa" com seu elenco original. Na madrugada de sexta para sábado, precisamente meia-noite ocorrerá a última apresentação do grupo na sala Carlos Carvalho na Casa de Cultura Mario Quintana. E não tem desculpa para não ir - a ENTRADA É FRANCA!

Foto: Vilmar Carvalho

A peça é uma homenagem aos 104 anos de vida que o poeta Mario Quintana estaria completando neste ano. “Tem Quintana na Casa” se dá através de projeções, trechos de entrevistas do poeta, histórias do cotidiano do Mario. É um espetáculo nostálgico. Direção Bob Bahlis.

Agradecimentos: Elena Quintana, Rbs Tv e Juarez Fonseca.
Imagens no telão, extraídas de “Quintana Anjo Poeta”, direção Gilberto Perin e “Sou Eu Mesmo”, direção João Guilherme Barone (programas da RBS TV).


Elenco: Alice Comasseto, Tânia Cavalheiro, Bibiana Barbará, Mariana del Pino, Renato Morais, Samuel Reginatto, Marta Lisboa, Yasmin Chiden, Janaína Zorzatto.

TEM QUINTANA NA CASA
DATA: 25/09
HORÁRIO: 00:00 (madrugada de sexta para sábado).
LOCAL: CCMQ - Sala Carlos Carvalho (2º andar).
ENTRADA FRANCA!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Minha vida “sem” mim

Outro dia falava com uma amiga que tinha voltado de um intercambio há pouco tempo. Ela passou seis meses fora. Ótima experiência segundo ela, mas algo tinha acontecido. Quando damos um tempo para nós mesmos esperamos que tudo para e nos espere. Inconscientemente claro.

A nossa vida está tão cheia de novidades temporárias, mas esperamos que ao voltar tudo esteja em ordem. Eis que a vida dos outros continua. Nossos parentes seguem suas vidas sem a nossa presença, nossas amigas solteiras começam a namorar.

Seis meses não é, de fato, tempo suficiente para conhecer outro país. Mas sim para que pessoas mudem de cidade, se casem, adoeçam, morram, se divorciem... e por aí vão tragédias, milagres...
O tempo não para... E talvez esse seja o meu maior medo, não tenho certeza de onde quero estar.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Inclusão Social no Teatro


A cultura é um direito de todos. Mas quantas vezes você viu uma peça de teatro com tradutor de libras (linguagem brasileira de sinais)?

A última peça que participei “Tem Quintana na Casa” com direção de Bob Bahlis teve uma sessão com a intérprete de libras Mariana Alencastro. Que fez o maior sucesso. Uma bela iniciativa, com lotação da sala esgotada, sendo que 30% dos assentos já estavam destinados a um grupo de surdos.

Infelizmente, ainda há poucas iniciativas no teatro de inclusão aos surdos. Por isso quero divulgar a peça da colega Tânia Cavalheiro – A Fuga, que estreou na sexta-feira passada.

A Fuga é um monólogo de uma história verídica da vida de Diamantina. O monólogo se passa no ano se 1910 e conta a vida de uma mulher cansada de viver à sombra de seu agressivo marido, resolve fugir numa carroça puxada por um boi, com oito dos onze filhos, rumo ao desconhecido.

O texto e a interpretação são de Tânia Cavalheiro, e a história é uma homenagem de Tânia para sua avó Diamantina que foi uma mulher à frente de seu tempo. Eu estou louca para ver a peça, irei nessa sexta-feira, dia 10 de setembro, na sessão que terá interprete de libras.

Sexta é dia de A Fuga:

Local: TEATRO GLÊNIO PERES. Av. Loureiro da Silva, 255. Centro.
(ESTACIONAMENTO CORTESIA NO PÁTIO)
O Teatro Glênio Peres tem acesso para pessoas com dificuldades físicas.
Datas: Setembro: 10, 17 e 24.
Horário:
20 horas.
Entrada: Franca!

Que saber mais sobre a peça A Fuga? Acesse o blog da Tânia.


segunda-feira, 2 de agosto de 2010

A real...

Eu até pensei em mudar
Em esperar
E tentando achar uma resposta coerente para não estar com você

Coloquei em jogo minha inteligência e sanidade
Afinal ora bolas o problema é comigo ou não?

Querer alguém que não te quer é tão estúpido
Que decidi deixar de ser otária
E resolvi gostar de mim

Hoje eu faço o que eu gosto
Tenho poucos, mas bons amigos

E você?

Sinceramente, nunca foi meu tipo.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Tem Quintana na Casa

Foto: Vilmar Carvalho

Comecei no primeiro semestre desse ano o curso "O Ator e o Texto" na Cômica Cultural, ministrado por Bob Bahlis. Escolhi esse curso pois era a única noite livre que eu tinha na semana, e que bela surpresa tive. Aulas maravilhosas, um grupo único e unido e um diretor que além de bárbaro e querido é um baita amigão!

Bob Bahlis deu ao nosso grupo uma oportunidade única: fazer uma peça sobre o grande poeta gaúcho Mario Quintana. O grupo abraçou desde o inicio essa peça, como se estivesse abraçando o próprio poeta.

Ontem foi a primeira apresentação! Show de bola, emocionante demais!

Foi na sala Carlos Carvalho na CCMQ às 20h, com lotação esgotada. Ontem tínhamos mais uma integrante na nossa peça, a interprete de libras Mariana Alencastro, que arrasou! 2o% do nosso público ontem eram surdos, e uma bela iniciativa cultural, já que independente das deficiencias que possamos ter, todos temos direito a arte!

E para quem quiser conferir a peça "Tem Quintana na Casa" amanhã terá mais uma sessão! Espero que vocês gostem da peça, tanto quanto eu estou gostando de fazer. Afinal, Quintana merece isso e muito mais!

Foto: Vilmar Carvalho

Espetáculo: Tem Quintana na Casa
Data: 30 de Julho(sexta-feira, 20h30min)
Local: Teatro Carlos Carvalho – Casa de Cultura Mario Quintana.
Ingressos: Gratuito – a partir das 19h, na bilheteria, distribuição de senhas.
Agradecimentos: Elena Quintana, Rbs Tv e Juarez Fonseca.
Imagens no telão, extraídas de “Quintana Anjo Poeta”, direção Gilberto Perin e “Sou Eu Mesmo”, direção João Guilherme Barone (programas da RBS TV).
Roteiro e Direção Geral: Bob Bahlis
Um encontro com o seu poeta Quintana.

As senhas serão distribuídas a partir das 19 horas, na bilheteria do teatro, que fica no segundo andar da Casa de Cultura Mario Quintana.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Notas soltas

Eu vou acordar todo dia e pensar que ninguém é tão bom assim, que eu não vá conhecer alguém melhor. Mesmo sabendo como é difícil encontrar alguém como você.

E adivinha? Eu encontrei.

Sim, de qualidades e bipolaridades comparáveis as suas. Bem, eu não disse que ele não tinha defeitos. Mas sabe qual é a melhor qualidade dele? Ele me faz esquecer de você.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Muitos momentos especiais não precisam de mais do que duas pessoas,
Dividir com um terceiro quebra todo o encanto,
Toda sinceridade,
Toda a entrega,
Não,
Nunca precisamos de mais ninguém enquanto tínhamos um ao outro,
O silêncio e o céu.
A janela, uma conexão que nada explica,
E ninguém entende.
Amar é olhar as mesmas luzes na escuridão,
Querendo brilhar tão forte quanto elas.
E você sorri.
Eu guardo seu sorriso.
É pura bobagem,
Meu bem,
Nós gostamos das nuvens,
Medimos o tempo pelo nosso calor,
Buscamos novas paisagens,
E isso faz parte de mim
De ti.
Tempo
Preciso de tempo.
Dividir,
Desaprendi totalmente depois que me arrependi,
Algumas coisas são feitas para não serem divididas,
Músicas, filmes,
Momentos enfim, que precisam de cuidado
Um tipo de pré-seleção
É como dividir seu filme favorito com seu novo amor,
Alguém que na verdade você mal conhece.
E se não for real,
Tudo acabará,
E ele levará seu filme favorito para outra pessoa.
Coisas que não há como pedir de volta.
Assim como as músicas,
Determinar música do casal é tão idiota!
Tão idiota!
A não ser que você não pretenda escutar aquela música nunca mais.
Você não me tirou aquela banda, mas deixou pela metade.
Você amava também, mas dividimos nossas paixões cedo demais.
Você não me deu o que eu precisava,
E quis me dar mais do que pedi.
Arruinou com a tranqüilidade de ouvir minha banda favorita.
Você falhou,
Me fudi.
Não escolho mais pessoas pelos gostos e rostos,
Busco almas,
Algo mais.
O céu púrpuro é lindo,
Queria alguém para dividir,
As nuvens de algodão-doce dissipando minha amargura.
Cruzei com alguns poetas no meu caminho
Mas incrivelmente eles buscam mais seu umbigo do que qualquer coisa além.
Não os culpo, devo ser meio assim.